cirurgia de lobulo de orelha-bhCorreção lóbulo orelha

Solicitada quando o furo da orelha se rasga parcial ou totalmente pelo uso de brincos muito pesados ou por traumatismos. A cirurgia é realizada criando-se uma superficial cruenta entre as 2 bordas e aproximando-as com pontos simples. As vezes é necessária a rotação de pequenos retalhos. O resultado é excelente mas recomenda-se não realizar outro furo no mesmo local do primeiro.

Retirada de pintas, lipomas, tumores, verrugas

Os tumores benignos cutâneos originam-se das mais variadas estruturas anatômicas da pele e manifestam-se de formas variadas, tanto do ponto de vista clínico como anatomopatológico. É importante, para o cirurgião plástico o conhecimento dessas lesões, sabendo diferenciá-las dos tumores malignos. Dessa forma, indica-se corretamente o tipo de cirurgia necessário ou mesmo, o tratamento clínico possível em alguns casos. Essas lesões compreendem verrugas, pintas, tumores, manchas, pápulas ou crostas. Geralmente a retirada cirúrgica é realizada para diferenciá-las de lesões malignas fisicamente parecidas ou mesmo por um desejo meramente estético por parte do paciente.

Correção de cicatrizes

A cicatrização é uma função essencial e complexa do organismo humano e processa-se através de uma seqüência de eventos inter-relacionados, cujo resultado final será determinado tanto por fatores endógenos (locais e sistêmicos) quanto exógenos (ambientais). Do funcionamento imperfeito dessas variáveis podem resultar cicatrizes estética e funcionalmente inaceitáveis, que acarretam, para seus portadores, intensos sofrimentos, tanto psicossocial como físico. A cirurgia plástica possui técnicas que permitem corrigir cicatrizes hipertróficas, quelóides e retrações cicatricias, que além de feias, são muitas vezes dolorosas e deformantes.

Tratamento do câncer de pele

O câncer de pele é uma das neoplasias mais comuns no Brasil. A maioria dos tumores é detectada precocemente. A causa mais comum do câncer de pele é a radiação ultravioleta secundária à exposição solar. Qualquer um, independente do tipo de pele, pode desenvolver câncer de pele, mas os riscos são maiores em pessoas de pele e olhos claros, história familiar de câncer e grande exposição ao sol, dentre outras. Há 3 tipos básicos de câncer de pele: o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma cutâneo. Os 2 primeiros, na grande maioria das vezes, são lesões localizadas e tratadas com a cirurgia e retirada dos mesmos. Já o melanoma é uma lesão bastante grave, que se não for diagnosticada no começo, pode ser inclusive fatal. O diagnóstico precoce é importante para que o cirurgião tenha a chance de se deparar com a lesão no seu começo de desenvolvimento. Caso se demore para procurar tratamento médico, podem ser necessárias cirurgias mais complexas e até amputações de membros.

Se você estiver com suspeita de câncer de pele, consulte seu cirurgião plástico para que o diagnótico e o tratamento possam ser precoces. De uma forma geral, deve-se evitar a exposição prolongada ao sol, especialmente entre 10 e 16 horas. Lembre-se sempre de usar um protetor solar e roupas adequadas para sua proteção. Sinais como alteração de relevo, coloração e sangramento devem servir de alerta. Diante de qualquer lesão suspeita, procure seu médico.